O FSantos lembrou o fuzilamento de Robert Brasillach pelos “libertadores” — o assassinato cobarde de um dos maiores das letras francesas e europeias —, com um excelente texto, do qual não resisti a republicar aqui a sentida e inspirada conclusão, com a qual não podia estar mais de acordo: “A sua execução é bem o símbolo do fim de um mundo onde algum ideal ainda pudesse sobrepor-se ao reino do material, onde os homens não se desunhassem para produzir insensatamente toneladas de desperdício, submetidos à lógica do deus-dinheiro ou da grandeza do partido. O suspiro que Robert deu nessa triste manhã foi também o suspiro final de uma Europa livre e senhora do seu destino de civilização.”
quarta-feira, 8 de abril de 2009
Fim de um mundo
O FSantos lembrou o fuzilamento de Robert Brasillach pelos “libertadores” — o assassinato cobarde de um dos maiores das letras francesas e europeias —, com um excelente texto, do qual não resisti a republicar aqui a sentida e inspirada conclusão, com a qual não podia estar mais de acordo: “A sua execução é bem o símbolo do fim de um mundo onde algum ideal ainda pudesse sobrepor-se ao reino do material, onde os homens não se desunhassem para produzir insensatamente toneladas de desperdício, submetidos à lógica do deus-dinheiro ou da grandeza do partido. O suspiro que Robert deu nessa triste manhã foi também o suspiro final de uma Europa livre e senhora do seu destino de civilização.”
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