
Aqui fica um excerto da nota introdutória desta colecção: “Sobre a Terra vivem cerca de dois mil e quinhentos milhões de pessoas. (...) Contudo, quantas diferenças, não apenas de carácter físico, mas nos costumes, na linguagem, nas crenças, enfim: nos seus modos de viver! Por isso, ao tentar uma classificação das castas humanas, o cientista encontra-se perante essas enormes dissemelhanças, agravadas, ainda, por incessantes cruzamentos, que originam as raças mestiças. Se acrescentarmos a tudo isto, as influências climatéricas e dos hábitos de vida, que actuam sobre o corpo e o espírito humanos, teremos explicada a inumerável variedade de raças, sub-raças e tipos que povoam o nosso globo. A civilização, por seu turno, extingue tradições, e cria um tipo médio de homem moderno, quase uniforme. Todavia, muitas são as diferenças que persistem, ainda, conforme o atestam as páginas deste modesto atlas de povos e raças.
Partindo de Portugal, de que apresentamos vários tipos característicos e pitorescos, e passando para a vizinha Espanha, tão rica, também, de expressão étnica, visitamos o resto da Europa, onde os morenos latinos das margens do Mediterrâneo, tanto contrastam com os loiros saxões, e onde, desde o sardo ao lapão, se percorre a variada gama dos europeus, todos englobados na raça branca. (...)”
Coisas de antigamente!
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