Como já aqui disse, os cromos fizeram parte da minha infância. Foi por isso que fiquei muito contente com um grande conjunto das primeiras cadernetas publicadas em Portugal que herdei recentemente. O seu estado é bastante razoável, tendo em conta o tempo passado e as condições do local onde estavam guardadas. Decidi, depois de limpá-las, organizá-las e informar-me sobre a história dos cromos no nosso país, fazer uma série de posts com as imagens as capas e alguns dados sobre a sua publicação. Para isso muito contribuiu o Mário Martins, a quem agradeço a ajuda e esclarecimentos prestados, bem como a indicação preciosa de uma excelente página na internet sobre cromos. A ele, grande apreciador deste hobby que nos marcou, dedico a série que hoje inicio.
A caderneta de cromos mais antiga que tenho é de 1952, ano da edição da primeira caderneta em Portugal, Os Três Mosqueteiros. Trata-se de Branca de Neve e os Sete Anões, uma colecção de 240 cromos inspirada em colecções semelhantes de origem espanhola.
Caríssimo Duarte
ResponderEliminarQue prazer este Postal. Obrigado pela deferência, e que venham as seguintes!
Abraço.
Mário