Nunca é demais dizê-lo, mas Dominique Venner é uma referência maior para mim e os seus editoriais na «La Nouvelle Revue d’Histoire» são verdadeiros ensinamentos de mestre.O editorial do último número tem por título “Metafísica da memória”, do qual não resisto a publicar a conclusão, cuja tradução pilhei ao meu amigo HNO, que em boa hora a fez: Cultivar a nossa «memória», transmiti-la viva às nossas crianças, meditar ainda sobre as provações que a história nos impôs, é preliminar a qualquer renascimento. Face aos desafios inéditos que nos foram impostos pelas catástrofes do século de 1914 e sua mortal desmoralização, encontraremos na reconquista da nossa «memória» étnica as respostas para as quais os nossos antepassados e avós não possuíam ideia, eles que viviam num mundo estável, forte e protegido.
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