
«A bravura é o fogo vivo que solda os exércitos. Passa antes de qualquer outra coisa, mesmo que adornada dos nomes mais lisonjeiros. Um soldado sem bravura é como um cristão sem fé. Assim, nos exércitos, a bravura deve ser algo de sacrossanto. Foi sempre pernicioso deixar turvar a sua clara nascente.»
Ernst Jünger
in “A Guerra como Experiência Interior”
Esse livro (e toda a obra de Ernst Jünger) continua a ser uma referência pessoal. Pena que os livros dele se encontrem tão afastados do mercado. Os tempos vão mudando, para pior.
ResponderEliminarEscusado será dizer que o Jünger é também uma referência maior para mim.
ResponderEliminarQuanto à sua presença no mundo editorial português, gostei de ler na entrevista que Paulo Teixeira Pinto deu à revista «Ler», por ter adquirido a Guimarães, que este era um dos escritores que tencionava publicar. Esperemos que sim.
Cumprimentos.
Caro Duarte, e agora adquiriu a Ática.
ResponderEliminarAbraço
Preocupa-me que as pequenas editoras estejam a ser adquiridas por grandes grupos. Perde-se, na maioria dos casos, em qualidade.
ResponderEliminarObrigado pela notícia Mário, não sabia. Deve querer ser um novo "tubarão" livreiro, o que não augura nada de bom. Concordo com o Luce, sem as pequenas editoras vamos a caminho da uniformização, onde o lucro põe normalmente de lado a qualidade. Para além do pior aspecto, que é o controlo das obras publicadas por um pequeno grupo de pessoas.
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