Há duas semanas fui ver o filme Cloverfield, apesar de não ser grande fã das produções de J. J. Abrams.
Não gosto de cocktails, tenho sempre a sensação que tanta mistura serve para esconder algo, quanto mais não seja a falta de jeito ou inspiração. Este filme é exactamente isso. Um exercício de colagem que podia definir-se como um “Blair Witch Project/9-11”, com um cheirinho a Lost e umas salpicadelas de Escape from New York, Starship Troopers, Godzilla e King Kong, onde se desenrola uma tentativa de história de amor.
A favor do filme há, sem dúvida, o monstro. Se bem que eu, como apreciador incondicional de filmes clássicos com mostros, incluindo os Godzilla e Gamera série B, sou suspeito. Mas devo dizer que quando ouvi o som emitido pela criatura, perante as semelhanças com a “nuvem de mosquitos” que passa por monstro na série Lost, temi o pior. Felizmente o destruidor de Nova Iorque no filme está bem conseguido nas cenas monumentais, o que já não se pode dizer nos grandes planos. Bom está também o final, apesar de expectável, e serão com certeza interessantes as mensagens ocultas, para quem aprecie. Foi o caso do meu amigo Miguel Vaz, que me perguntou: Não gostaste? Nem por isso... Acho que merece no máximo duas estrelas (daquelas que se dão nos jornais) porque um filme onde um monstro gigante destrói uma cidade é sempre divertido.
Não gosto de cocktails, tenho sempre a sensação que tanta mistura serve para esconder algo, quanto mais não seja a falta de jeito ou inspiração. Este filme é exactamente isso. Um exercício de colagem que podia definir-se como um “Blair Witch Project/9-11”, com um cheirinho a Lost e umas salpicadelas de Escape from New York, Starship Troopers, Godzilla e King Kong, onde se desenrola uma tentativa de história de amor.
A favor do filme há, sem dúvida, o monstro. Se bem que eu, como apreciador incondicional de filmes clássicos com mostros, incluindo os Godzilla e Gamera série B, sou suspeito. Mas devo dizer que quando ouvi o som emitido pela criatura, perante as semelhanças com a “nuvem de mosquitos” que passa por monstro na série Lost, temi o pior. Felizmente o destruidor de Nova Iorque no filme está bem conseguido nas cenas monumentais, o que já não se pode dizer nos grandes planos. Bom está também o final, apesar de expectável, e serão com certeza interessantes as mensagens ocultas, para quem aprecie. Foi o caso do meu amigo Miguel Vaz, que me perguntou: Não gostaste? Nem por isso... Acho que merece no máximo duas estrelas (daquelas que se dão nos jornais) porque um filme onde um monstro gigante destrói uma cidade é sempre divertido.
Duarte, ora vê isto:
ResponderEliminarEstatuto Processual
do blog Prisões de Abril.
Abraço
Irra, e ontem ainda pensei em ver isso, ainda bem que acabei por optar pelo Sweeney Todd... mas há dias fui ver o pavoroso Darjeeling Express Limited (passei duas horas a ver três milionários deprimidos a passear na Índia com planos fixos e diálogos intervalados e um abuso desavergonhado de "slow motion").
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