“Black Power” foi como João Malheiro titulou a sua coluna no diário gratuito «Destak», no passado dia 11 de Fevereiro. Uma escolha perfeita, diga-se, já que o texto é um elogio às virtudes do sangue africano. Admirador confesso do futebolista Cristiano Ronaldo, o comentador desportivo diz que descobriu através a irmã deste a ascendência cabo-verdiana do jogador. Isso fez a sua felicidade, porque a sua observação já havia detectado que “os indícios estão lá, há um rasto afro que ele exala”. Assim, pode colocá-lo pacificamente no mesmo plano que Eusébio que, segundo ele, “até é filho de pai branco”. O autor explica bem a sua posição, terminando assim: “nestas coisas do futebol, da música ou da dança, a negritude ou os seus vestígios são mesmo sinónimos de sedução”.
Para reflexão: os anti-racistas de serviço não hesitaram em considerar James Watson culpado e forçá-lo a desculpar-se; por outro lado, declarar que os descendentes de negros, mesmo em grau afastado, são melhores em certas actividades, é louvável.
Esta doença está a matar a sociedade branca... Agora o Cristinao para alguns racistas vai ser visto como preto, mas estes anti-racistas já lhe colocaram o perfume a catinga...
ResponderEliminarFds, quem é o louco que vai achar que o CR7 é preto?
ResponderEliminarCuidem-se...