segunda-feira, 23 de abril de 2007

Obrigado

A todos os que demonstraram o seu apoio, amizade e camaradagem, numa altura em que comprovo da pior maneira a insanidade de um sistema persecutório que se pauta pela ignorância, não quero deixar de manifestar aqui o meu sincero agradecimento.

quinta-feira, 5 de abril de 2007

La Nouvelle Revue d’Histoire em Portugal

Este post está atrasado desde o ano passado. Mais concretamente, está três números atrasados, medindo a distância a partir do momento em que a indispensável «La Nouvelle Revue d’Histoire» se começou a vender em Portugal. Dirigida por Dominique Venner, esta publicação de referência melhorou a sua distribuição (poupando-nos uma bela maquia em portes de correio), ao mesmo tempo que se debatia com um processo persecutório devido ao título. A acção judicial, sem sentido, obrigou esta publicação, nascida em 2002, a chamar-se «La NRH» durante quatro números. Essa batalha foi entretanto vencida, nunca abandonando a revista a sua elevadíssima qualidade. Não é necessário dizer que a mesma se recomenda vivamente, ainda para mais agora, que é possível comprá-la nas bancas nacionais [1].

O último número tem como tema de fundo “A República e a França”, num dossier muito bem feito, do qual destaco o interessante artigo “FN: Análise de um enigma”. A não perder, também, a entrevista com o medievalista Jacques Heers e um artigo sobre o túmulo do Rei Artur, entre tantos outros recomendáveis. Por fim, uma referência especial para a crónica de Péroncel-Hugoz sobre o nascimento do Sebastianismo. Leitura obrigatória: às bancas!
__________
[1] Caso não encontrem, a distribuidora é a Logista. Basta informar o revendedor.

quarta-feira, 4 de abril de 2007

Educação: autoridade, disciplina, esforço

Há dias ouvi António Barreto dizer, em entrevista na RTP, que, depois do 25 de Abril, na educação se perdeu a autoridade do professor, o que teve como consequência a perda da disciplina e, por arrasto, o desaparecimento do esforço, ao se considerar que a aprendizagem apenas se deve fazer com prazer. Concordo inteiramente. Mas, se escrevesse aqui tal coisa, muito provavelmente seria apelidado de “nazi-fascista”, entre outros mimos.

Racismos (V)

Na última edição do «Expresso», nas duas páginas dedicadas à escravatura hoje, onde se fala das crianças guineenses exploradas no Senegal a pretexto de aprender a religião muçulmana e dos bolivianos que trabalham por quase nada no Brasil, há um caso que não resisto a partilhar aqui. Sob o título “Trabalhadores com ‘um décimo’ de cérebro”, um artigo revela-nos a situação actual na Mauritânia onde, apesar da última abolição da escravatura ter sido nos anos 80, metade da população é tratada como propriedade. Esta é uma herança de uma região onde se encontraram os mundos árabe e africano e a escravatura floresceu há 800 anos. Para explicar o que se passa, o semanário cita o jovem Mustafa: “Toda a gente sabe que eles têm 10% do tamanho normal de um cérebro. Nós recebemo-los em nossas casas, convertemo-los ao Islão e ensinamo-los a sobreviverem ao clima do deserto. Nós somos os árabes do Sara. Todas as pessoas de pele negra são escravos”. Racismo? Não, que disparate! Como sabemos, para a ideologia politicamente correcta, apenas os europeus podem ser racistas. Estranho? Duplicidade de critérios? O mesmo Mustafa justifica: “A Mauritânia não tem racismo como é entendido no Ocidente. Aqui é uma questão de bem-estar social, de tradições”.

segunda-feira, 2 de abril de 2007

Arquitectura e escultura

Compras na Livraria Municipal:


“Evocar Duarte Pacheco – No cinquentenário da sua morte 1943-1993”
Lisboa, Pelouro da Cultura/Gabinete de Estudos Olissiponenses, 1993, 124 pp.






“O Atelier de Leopoldo de Almeida”
Lisboa, Pelouro da Cultura/Div. de Museus e Palácios, 1998, 152 pp.