quinta-feira, 22 de março de 2007

Lusíada. História

A revista «Lusíada. História» honrou-me com a publicação de um artigo meu na sua última edição, sobre um tema quase desconhecido na historiografia nacional, intitulado “Uma missão militar portuguesa à Alemanha durante a II Guerra Mundial”. Mas não é apenas por isso que o n.º 3 da revista merece aqui referência, destacando-se os artigos “Portugueses no campo de concentração de Dachau”, de Humberto Nuno de Oliveira, incluído no interessante dossier “Crime e Punição”, “Guernica. O mito e os factos”, de J. Luís Andrade, e “A 'Política de Posição' de Salazar (1936 a 1941). Uma visão dos Integralistas”, de Nuno Simão Ferreira. Para além destes, encontramos outros artigos, como “Senhorialismo e resistência: a oposição de alguma nobreza à política militar de D. Sebastião”, de Gonçalo Couceiro Feio, e ainda algumas recensões críticas.

terça-feira, 6 de março de 2007

Racismos (IV)

Mais um caso curioso, noticiado hoje pelo «Diário de Notícias»: “Índios 'cherokees' expulsam negros”. Decidindo democraticamente, os cherokees aprovaram por larga maioria a alteração da sua Constituição no sentido de apenas os “puros” serem considerados como membros da tribo, o que implica a expulsão dos descendentes de negros e de outros casamentos mistos. Sobre esta decisão, o chefe da tribo foi categórico: “o povo cherokee exerceu o seu direito democrático mais básico, o direito de voto”, reforçando que “a decisão sobre quem deve ser cidadão da Nação Cherokee foi muito clara. E não pode ser alterada”.

quinta-feira, 1 de março de 2007

Marcadores

A provar que “em casa de ferreiro, espeto de pau”, só no último post utilizei os “marcadores”, uma novidade do novo blogger. Reconhecendo o óbvio interesse na indexação dos posts, vou passar a usar esta ferramenta daqui para a frente e tentar actualizar parte do arquivo recente.

“Precisamos de exames”

Leio no «Diário de Notícias» de hoje que estudantes do secundário se manifestaram ontem à porta do Ministério da Educação e criticaram, sobretudo, os exames nacionais. Até aqui nada demais, mas o que motivou este post foi a fotografia que ilustrava a notícia, onde se viam duas adolescentes a afixar cartazes onde se lia: “Qeremos (sic) falar com a ministra” e “Qeremos igualdade”… Um episódio bem revelador do estado em que se encontra a educação no nosso país. Que a triste figura destas meninas lhes sirva de lição. Talvez para a próxima levem cartazes a dizer: “Precisamos de exames”.