segunda-feira, 16 de outubro de 2006

Música (VIII)


Tempo de “virar o disco”, desta vez para trazer aqui uma banda bastante original e inovadora, os romanos Zetazeroalfa, com a música “Balla più veloce”, retirada do excelente primeiro álbum “La Dittatura del Sorriso”, de 1999.

domingo, 15 de outubro de 2006

«Identità — il ritorno all’umano»

Aconselho aqui o último número da «Identità il ritorno all’umano», a “revista europeia de cultura política”, dirigida pelo meu amigo e camarada Salvatore Francia. Refiro-me ao número 3, referente a Junho de 2006, com o preço de €10. As suas 68 páginas A4 contêm diversos artigos escritos em várias línguas europeias, como italiano, francês, inglês e castelhano. A abrir a revista, o excelente conjunto de artigos subordinados ao tema “Pela Europa dos europeus”, dos quais destaco “Europa e Identidade”, de Salvatore Francia, “Por que somos europeístas?”, do Centro Studi Identità, “Do niilismo à tradição”, de Michael O’Meara, e “As duas Europas”, de Niccolò Giani, aos quais se seguem dois textos sobre a Europa e o Islão, “Panislamismo e panarabismo”, de Mario Cassiano, e “O futuro dos Balcãs”. O dossier seguinte é sobre a política externa americana e conta com diversos artigos, dos quais realço “A guerra como base da expansão económica americana”, de Nicola Clemente, a publicação de um documento top secret de 1970, assinado pelo General W. C. Westmoreland, sobre operações secretas do exército americano, e “A formação da aristocracia no sistema universitário americano”, de Rick Fantasia. Última referência para os comentários ao livro do escritor israelita Abraham B. Yehoshua, “Judeu, israelita, sionista: conceitos a precisar”, que o próprio Salvatore Francia diz que “merece ser lido”. Para adquirir um exemplar, podem contactar a revista através do correio electrónico identita@ya.com.

sexta-feira, 13 de outubro de 2006

Impressões de Paris (II)

Chegado ao aeroporto Charles de Gaulle pouco depois das 22 horas, dirigi-me, com o meu amigo que me acompanhou nesta viagem, à estação para apanhar o RER rumo ao centro da cidade. À entrada deparámo-nos logo com seguranças privados, um deles com um cão de guarda. Mas isso foi uma visão light, pois na plataforma circulavam quatro militares de camuflado e armados com espingardas automáticas FAMAS. Já dentro do comboio, verificámos que a nossa carruagem era ocupada metade por magrebinos e a outra metade por turistas recém-chegados, entre os quais um casal de japoneses que se sentou perto de nós. Antes de iniciarmos a marcha, o meu amigo chamou-me a atenção para as portas por onde entraram os militares que patrulhavam também no interior dos comboios. Quando passaram pelos japoneses, a mulher ficou com os olhos literalmente redondos, continuando estupefacta durante algum tempo, apesar das tentativas do marido para a tranquilizar.

Obtivemos, em seguida, a informação de que esse RER seria directo até à Gare du Nord, coisa que nos agradou pois permitiria poupar tempo. Apesar de não parar nas estações intermédias, o comboio todavia abrandava quando passava por elas. Aproximavam-se as 23 horas e o mais impressionante foi verificar que no norte da capital francesa existem autênticos territórios ocupados, já que nessas estações encontravam-se apenas negros e árabes. Já não é uma questão de eles serem a maioria em certos sítios, aqui não vimos um único europeu!

Sem querer alargar-me em pormenores do nosso percurso ferroviário, devo apenas dizer que ao circular e fazer mudanças de linha por volta da meia-noite na capital francesa se tem uma imagem muito diferente da dos postais turísticos, tal como noutras capitais europeias. Sente-se a tensão de parte a parte, o ódio no olhar. Neste clima, a presença de seguranças e polícia é uma constante, sinal claro de que a situação já não é controlável. Ao contrário do que a propaganda oficial nos quer fazer crer, as sociedades multirraciais tornam-se necessariamente sociedades multirracistas, onde as tensões se agudizam e a deriva securitária é uma inevitabilidade. Paris é um claramente um desses casos e fez-me lembrar as cidades americanas, com a agravante da forte presença muçulmana.

quarta-feira, 11 de outubro de 2006

Signal d’Alarme


Finalmente pude ver «Signal d’Alarme», o novo “boletim mensal de desintoxicação política e cultural” dirigido por Guillaume Faye, iniciado em Abril deste ano e que substituiu o anterior «J’ai tous compris !». No editorial do primeiro número, Faye assegura-nos que o objectivo da publicação não se alterou, trata-se de “fazer reflectir, fazer compreender, desbravar a censura do Sistema, mobilizar as energias e elaborar ideias novas”. Como não podia deixar de ser, aconsellho-o vivamente. Cada número custa € 4, podendo ser pedido a Constant Héraut, 5 crs Dr J. Damiont F-69100 Villeurbanne, para mais informações utilizar o seguinte endereço de correio electrónico: s-da@laposte.net.

terça-feira, 10 de outubro de 2006

Impressões de Paris (I)

Desloquei-me no passado fim-de-semana à capital francesa por ocasião da XI Table Ronde, excelente evento organizado pela associação Terre et Peuple, para a qual havia sido convidado na qualidade de presidente da associação Causa Identitária, e de que falarei noutro post. Com esta, inicio um conjunto de “impressões” que vou partilhar aqui convosco.

Ainda no avião, leio a notícia num jornal francês de que a França já não é o maior consumidor mundial de vinho. Foi ultrapassada pela Itália e pelos EUA, que ocupam agora a primeira posição. Depois de ter verficado in loco os números alarmantes da presença muçulmana em Paris e a sua intolerância, não pude deixar de fazer uma relação directa entre o decréscimo do consumo de bebidas alcoólicas e as interdições islâmicas. Já na conferência, quando falei sobre isto com um camarada francês, disse-me que se passava o mesmo em relação à carne de porco, cujas vendas têm vindo a decair gradualmente. Isto passa-se não apenas no seio da comunidade muçulmana, mas também noutros locais, devido a uma atitude intimidatória e de imposição de costumes estranhos aos franceses autóctones. É o caso das escolas públicas que até há pouco tempo tinham à escolha duas ementas, uma com porco e outra sem, e que agora simplesmente não servem o “alimento proibido”. Esta conversa foi tida com Philippe Vardon, presidente das Jeunesses Identitaires, que tive muito prazer em conhecer e com quem gostei muito de falar, que foi alvo de um processo judicial por organizar uma iniciativa de apoio social que consistia em servir uma sopa feita à base de carne de porco a pessoas carenciadas. Por isto foi acusado de... racismo!

quinta-feira, 5 de outubro de 2006

O regresso de «Le Choc du Mois»

Só hoje concluí a leitura do primeiro número de «Le Choc du Mois», referente ao mês de Maio, mas que infelizmente só recebi em Setembro, quando havia saído já o n.º 4. Apesar deste atraso, não podia deixar de referi-lo aqui. Nascida em 1987, em plena Guerra Fria, e publicada até 1993, esta revista foi desde o início “totalmente livre, de todos os interesses políticos ou financeiros, de todos os grupos de pressão, de todos os círculos de influência”, nas palavras do seu director Jean-Marie Molitor, que nos assegura no editorial que assim continuará a ser. Com uma tiragem de 45 000 exemplares e disponível nos quiosques, esta publicação não pretende ser marginal, mas um “journal de unité national”. Um óptimo regresso de uma revista livre de reflexão e análise à qual desejo uma vida longa.

Este n.º 1 custa € 6,50 e tem 68 páginas. O tema central é o “Choque de Civilizações”, num extenso dossier podemos ler, um debate entre Alain de Benoist, Christophe Réveillard e Guillaume de Tanoüarn, a opinião de vários intelectuais franceses sobre as teses de Huntington, entre outros artigos sobre o Islão e o Ocidente. De seguida, uma entrevista com o comediante Dieudonné M’Bala M’Bala, que garante querer disputar a segunda volta das eleições presidenciais com Jean-Marie Le Pen. Depois deste comic relief, um interessante artigo sobre Cachemira, pomo de discórdia entre a Índia e o Paquistão. Por fim, o último destaque vai para o artigo sobre as comunidades de militantes alternativos em Roma que são abertamente fascistas, coisa impensável noutro país da Europa, como a Casa Pound ou a Casa Montag, associações constituídas com o fim de fazer ocupações legais de edifícios para albergar dezenas de famílias sem habitação, para além de desenvolverem um extenso trabalho cultural, promovendo conferências, concertos e gerindo uma livraria. A mostrar que Roma é um paraíso militante com uma mentalidade comunitária que não se encontra noutros lados. Breve referência às secções de crítica literária e cinematográfica e também à atenção dada à Banda Desenhada, numa entrevista com Jean Van Hamme, pai de “XIII”, “Largo Winch” e “Thorgal”.

quarta-feira, 4 de outubro de 2006

300



Para deixar água na boca, aqui fica o trailer do tão ansiosamente aguardado filme «300», realizado por Zack Snyder, cuja estreia americana está prevista para Março de 2007. Espera-se que seja fiel à banda desenhada homónima do genial Frank Miller sobre a épica Batalha das Termópilas. Hoje, mais do nunca, um marco na História da Europa a ter presente.