terça-feira, 31 de janeiro de 2006

In gold we trust

Um colega meu despede-se dizendo:
- Vou sair agora, quero chegar cedo à conferência do Bill Gates.
Amanhã, de certo, contar-me-á como decorreu a cerimónia onde centenas de pessoas se vergaram à personificação do deus dólar. No mundo anarco-capitalista de hoje é ao “homem mais rico do mundo” que se deve reverência...

segunda-feira, 30 de janeiro de 2006

Homenagem aos portugueses assassinados na África do Sul

Realizou-se no passado sábado uma homenagem aos portugueses assassinados na África do Sul, organizada pelo PNR e pela FN, na qual estive presente. Na Alameda D. Afonso Henriques, em Lisboa, foram colocadas 361 cruzes, representando o número de portugueses mortos desde que o ANC tomou o poder na África do Sul, dispostas de maneira a formar uma cruz gigante, simbolizando o massacre de que têm sido alvo os nossos compatriotas naquele país.

Esta manifestação deveu-se ao facto de as autoridades portuguesas ignorarem, pura e simplesmente, a situação e de as autoridades sul-africanas tratarem com desprezo os repetidos ataques à comunidade portuguesa.



Mais uma vez, o evento decorreu exemplarmente e sem quaisquer incidentes. As mais de duzentas pessoas presentes, escutaram atentamente as palavras proferidas e fizeram um minuto de silêncio em honra dos portugueses assassinados. Muitos transeuntes curiosos recolheram informações e propaganda do PNR na banca montada junto ao local da cerimónia, mostrando que o interesse por uma alternativa nacionalista cresce no nosso país.

Da cobertura mediática, que envolveu televisões, jornais e rádios, houve alguns meios de comunicação que destacaram aquilo que consideraram um ataque ao Presidente da República, no discurso do Presidente do PNR. José Pinto-Coelho disse que Jorge Sampaio não era “o Presidente de todos os portugueses”, mas “o Presidente de todos os imigrantes”. Estou inteiramente de acordo com esta afirmação, acrescentando mesmo que os emigrantes têm vindo a ser gradualmente preteridos em favor dos imigrantes. Aliás, não deixa de ser curioso que os imigracionistas do costume acenem com os nossos emigrantes para justificar a entrada desregrada e maciça de estrangeiros no nosso país, mas que depois “esqueçam” totalmente casos em que os portugueses são atacados noutros países, como na África do Sul. Os nacionalistas, por seu turno, defendem sempre os seus compatriotas, onde quer que estes se encontrem.

Guerra nas escolas francesas

No novo e muito recomendável Vanguarda, foi abordado o tema da escalada de violência nas escolas francesas, sobretudo naquelas em zonas de forte presença imigrante. O caso é preocupante e a crescente insegurança dos professores motivou já uma greve, mas o dedo acusatório continua a ser apontado na direcção errada. Não há coragem de culpar os culpados e a sistemática desresponsabilização dos “jovens” descendentes de imigrantes, através de supostas medidas de “integração”, apenas contribui para o agravamento da violência, pois os agressores sentem-se cada vez mais inimputáveis. Esta situação dramática está muito bem analisada no último editorial de Pierre Vial, presidente da Associação Terre et Peuple, “A Escola campo de batalha: um lugar privilegiado da guerra étnica”.

domingo, 29 de janeiro de 2006

Mozart e cultura


Anteontem passaram 250 anos sobre o nascimento de um dos maiores génios da música europeia. Esta efeméride leva-nos a pensar na forma como é encarada a cultura hoje e nas prioridades dessa que é uma área fundamental. Audiências, modas, desporto espectáculo, entre outros, são passos que se dão numa caminhada para um povo que se quer cada vez mais ignorante e desligado da sua cultura.

Fica aqui uma referência à reflexão certeira do Eurico de Barros, “Serviço público de futebol e de política, não de Mozart”, ontem no «Diário de Notícias». Nessa sua crítica ao serviço público de televisão é categórico: “Não havia possibilidade de ter um programazinho de produção própria sobre Mozart? Ou de transmitir em directo ou diferido um só dos muitos concertos do dia? Parece que não. A verdade nua e crua é esta: havia muito mais espaço para a cultura e as artes na RTP do "fascismo" do que há na RTP da "democracia".

quinta-feira, 26 de janeiro de 2006

Música (II)

Já passou mais de um mês desde que este blog passou a ter música e hoje decidi mudar. Continuo com um grupo francês, desta vez os In Memoriam, um dos grandes nomes do Rock Identitaire Français que muito aprecio. A música chama-se “Paris-Belgrade”, versa sobre os bombardeamentos criminosos da OTAN sobre a Sérvia, em 1999, e faz parte do álbum com o mesmo nome, editado no ano seguinte.


Paris-Belgrade

Une nation violée au coeur du monde occidental
Méritait d'être soutenue par la jeunesse nationale
C'est bien pour ça qu'on s'est envolé, en terre yougoslave
Pendant ce temps, Paris se noie dans la spirale du mensonge
L'Otan dicte sa loi, la propagande vous inonde
Pendant ce temps Belgrade est la proie des bombes et des flammes
Ce ne sont pas des soldats qu'ils massacrent, mais des enfants et des femmes.
Refrain :
"US Go home !" c'est ce qu'ils scandaient sur les ponts
De Belgrade à Novi Sad, le peuple serbe faisait front
"NATO Go home !" c'est ce qu'ils criaient sur les ponts
C'est solidaires de leurs souffrances que pour eux nous chantions.
Arrivés sur place, l'accueil est vraiment chaleureux,
Des créatures de rêve nous font découvrir les lieux
Soudain le cri des sirènes résonne au coeur de la ville
Le climat s'alourdit, la peur se lit sur les regards
Les yeux se lèvent vers le ciel, chargés de désespoir
Belgrade résignée est plongée, noyée dans le noir
Le terrorisme aveugle vient frapper des quartiers au hasard.
Refrain
Puis vient l'heure du concert sur la grande place de Belgrade
Il est temps pour nous d'encourager à notre manière nos camarades
Qu'est ce qu'on était fier de brandir devant eux le drapeau yougoslave
Le soir c'est sur un pont que se poursuit notre combat musical
Les avions de l'Otan entament leur triste carnaval
Que vont-ils frapper cette fois une école, un hôpital?
A Paris tout le monde s'en fout, c'est un dégât collatéral.
Et toi pendant ce temps-là, que faisais-tu en France,
Toi qui te complaisais à demeurer dans l'ignorance?
Aujourd'hui, la Serbie, demain la Seine-Saint-Denis
Un drapeau frappé d'un croissant flottera sur Paris.

terça-feira, 24 de janeiro de 2006

Françarábia

A reter o testemunho in loco de Eurico de Barros, no Jantar das Quartas, sobre o país europeu onde a invasão e colonização do islão mais se faz sentir e onde se assiste ao início de uma guerra civil étnica. Para ler e pensar, as “Rápidas impressões de uma breve viagem a Paris 1, 2, 3 e 4.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2006

Pensamentos eleitorais

Aqui fica um exercício especulativo daqueles que muito bem podem ter sido os primeiros pensamentos dos candidatos face aos resultados eleitorais de ontem:

Cavaco Silva – Se pensam que agora que ganhei vou soltar a língua, estão muito enganados.

Manuel Alegre – Ai a merda das décimas! Deixa-me voltar para o PS enquanto ainda estou em alta...

Mário Soares – Foi uma vitória! Só pela minha candidatura os portugueses devem-me um agradecimento. Eu dei tudo à Pátria! Sou pai dela, não sabiam? Esqueceram-se, os cabrões! Se não fosse eu, Portugal não existia.

Jerónimo de Sousa – A escola do partido tinha razão, não precisei de mudar nada e consegui subir. Somos verdadeiros índios. Jerónimooo!!!

Anacleto Louçã – Livra! Estava a ver que não pingava o graveto! Povinho pobre e mal agradecido... Um intelectual moderno como eu e quem me ultrapassa é aquele operário jurássico.

Garcia Pereira – Tal como sempre disse, não fui eleito, mas disse umas verdades. Coerência acima de tudo.

domingo, 22 de janeiro de 2006

Diálogo bibliófilo

Ontem, por entre alfarrábios e alfarrabistas, encontrei o Jorge, um amigo cuja fotografia poderia muito bem ilustrar a entrada “bibliófilo” no dicionário. Foi óptimo o reencontro e está prometido que em breve continuaremos a nossa conversa, que fica sempre a meio...

Como é usual em todas as conversas que começam por “há quanto tempo...”, fizemos um ponto da situação das nossas vidas. Mas nem nesses “o que é que tens feito?” deixam de estar presentes os livros.

– Um T2 chega-te, agora que vais ter outro filho? – perguntou-me ele a certa altura.
– Queres saber como cabem os livros, não é? – corrigi-lhe instintivamente a questão.
Depois do seu sorriso, disse-lhe:
– Forrei a estantes uma das paredes da sala e ainda consegui pôr uma no corredor e outra na arrecadação.
– Os corredores são óptimas soluções!
O diálogo terminou, já em andamento, com o reconhecimento de uma fatalidade:
– Por agora cabem, mas qualquer dia tenho o mesmo problema. O espaço nunca é suficiente. – concluí, com um falso conforto.
– Pois não...

sábado, 21 de janeiro de 2006

Passeio de alfarrábios

Nada como aproveitar o bom tempo do “dia de reflexão” para dar um passeio no Chiado em família. Está claro que dei uma volta na Feira de Alfarrabistas e Coleccionismo na Rua Anchieta e, como sempre, encontrei vários amigos com quem pus a conversa em dia e tratei de marcar almoços.

Quanto aos alfarrábios, comprei pouco mas bom. Logo na terceira banca dei de caras com “O Reino Dividido”, de João Bigotte Chorão, obra obrigatória que já lera graças a um empréstimo do amigo Mendo. Tenho há muito programada a compra do “Diário quase completo”, editado pela INCM, mas esta edição da Grifo está óptima e por €2 não podia lá deixá-la. Mais à frente, o prémio para um vasculhador incansável como eu, “Como vi o fim da guerra na Alemanha”, de 1946, um livro do Visconde do Porto da Cruz que já conhecia, mas ainda não tinha. Este é um interessantíssimo relato da capitulação do III Reich, pela pena deste madeirense que foi, nas suas palavras, “sincera e desinteressadamente um entusiasta do nacional-socialismo”, mas que pôde, “como observador neutral, ver o desenrolar dos factos e o desempenho dos papéis que representaram os diversos personagens deste trágico drama”.

terça-feira, 17 de janeiro de 2006

Blogs n'O Diabo (X)

Num artigo imperdível intitulado “Outra vez o 28 de Setembro”, a que o Manuel Azinhal já fez referência, aconselha o Walter Ventura o recém-aparecido Jantar das Quartas, que frequento com muito prazer. De referir também uma caixa onde o Walter explica “porque gostaria que Cavaco ganhasse à primeira volta” e termina com um conselho: “Como o exercício dos papelinhos nas urnas me repugna (e, já agora, quero morrer virgem de semelhante disparate), permito-me apelar aos meus amigos de melhor boca: votem Cavaco Silva. Talvez que não por ele mas, mesmo assim, por uma boa causa. Ou duas, se contarmos bem.” Para terminar, as habituais “Pegadas de Pégaso” e a coluna “Os meus blogues”, hoje com a participação do BOS.

domingo, 15 de janeiro de 2006

Dos passaportes biométricos ao fundamental

Apesar de todas as críticas apontadas aos chamados passaportes biométricos, para os quais a UE vai avançar, há que reconhecer que os documentos de identificação utilizados hoje em dia estão ultrapassados e os métodos de falsificação cada vez mais aperfeiçoados. Esta pode ser, assim, uma medida necessária para controlar mais eficazmente a entrada de imigrantes no nosso continente, mas que só fará sentido se for uma iniciativa de toda a Europa e aliada a outras medidas como a atribuição da nacionalidade segundo o critério do jus sanguinis e a restrição do direito de asilo, entre outras.

A questão fundamental é defender a Europa da invasão a que assistimos diariamente. Haja coragem e vontade de defender o nosso Povo, a nossa Cultura e Civilização. É o que está verdadeiramente em causa e não meras medidas acessórias.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2006

Sexta-feira 13


A data de hoje traz-me à memória a série de filmes “Friday the 13th”. Lembro-me de ver os primeiros com amigos, na adolescência. Eram noites bem divertidas. Violência, terror cómico e algumas cenas de nudez eram uma receita vencedora para estes filmes de baixo orçamento e sempre com o mesmo argumento. Jason, a personagem principal, perseguia e matava de forma sangrenta jovens em férias. Um dos aspectos mais cómicos era este assassino da máscara de hóquei ser à prova de tudo, atingido de várias maneiras e com vários objectos, continuava a perseguição, sempre na sua marcha assustadoramente lenta. Este era o grande rival de Freddy Krueger, outra das grandes figuras dos filmes de terror dos anos 80. Nunca os considerei bons filmes, mas na altura não perdia um. Na pesquisa que fiz hoje, descobri que Freddy e Jason já se defrontaram e que o último “Sexta-feira 13” se passa no ano 2455. Não vi, nem tenho a mínima curiosidade, já não tenho pachorra... Foram filmes que marcaram uma época e é pena que se insista num interminável número de sequelas.

«DN» renovado

O «Diário de Notícias» “lavou a cara”, tem desde a passada segunda-feira novo design e, esteticamente, está muito melhor. Hoje estreou o novo suplemento cultural «6.ª», que bate “a milhas” o tão detestável como intragável «DNa». Vou aguardar mais novidades, esperando que uma delas seja a reformulação da edição on-line.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2006

A jihad, aqui tão perto...

Mais uma notícia sobre o “inimigo dentro de portas” e se digo “mais uma” é porque me espanto com a ligeireza com que se trata a presença e liberdade de acção dos fundamentalistas islâmicos na Europa. Aqui ao lado, “as autoridades espanholas desmantelaram ontem duas redes terroristas ligadas à Al-Qaeda, que recrutavam e enviavam combatentes para o Iraque.

Protegidas pelo multiculturalismo e aumentadas com a imigração maciça, as comunidades muçulmanas no nosso continente são os oásis mafométicos na “terra dos cruzados”. Dir-me-ão que nem todos os muçulmanos são terroristas... Concordo, mas sou forçado a (re)lembrar que no Islão a religião está acima de tudo e que essas comunidades se regem pelos seus princípios. Se estas são terreno fértil para terroristas, acabam por ter uma responsabilidade indirecta no aparecimento dos mesmos. Mas o mais comum é os seus líderes religiosos estarem directamente envolvidos na jihad, como no caso citado, em que “o líder da célula era o imã da mesquita da localidade”. Ao abrigo da tolerância religiosa, instalam-se autênticas agências de recrutamento de terroristas nas nossas cidades.

Ao permitir estes pólos colonizadores na Europa, estamos a albergar o inimigo na nossa própria casa. Como até o ministro do Interior espanhol, José Antonio Alonso, reconheceu, uma das células, “muito articulada e estruturada”, estava em condições de realizar um atentado “em qualquer lugar do território europeu”.

Comecemos a olhar primeiro para dentro e só depois para fora. Urge defender a Europa!

Regresso

O Viriato está de volta e a blogosfera está mais rica. Parece que o bichinho blogueiro é mais forte... Nós agradecemos.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2006

Hemeroteca (V)

Há muito que não partilhava aqui os meus jornais velhos. Tal deveu-se à minha mudança de casa, que me obrigou a encaixotá-los. Só agora começo a arrumá-los e quero ver se é desta que os organizo. Em casa de ferreiro, espeto de pau...

Título: Juventude
Data: Janeiro de 1939
N.º 8 (Ano II)
Director: Humberto de Mergulhão



Esta revista com 100 páginas, das quais metade são ocupadas por publicidade, abre com um artigo de João Ameal intitulado “A Juventude de Sardinha” seguido das “Notas” de Eduardo Frias e uma entrevista com a poetisa Fernanda de Castro feita por António Feio. De referir a “Crónica para 1939” de Dutra Faria, na qual o autor considera que Adolf Hitler foi o homem “que dominou o mundo” em 1938 e prevê que “haverá ao longo de 1939 outro homem que dominará o mundo: Benito Mussolini.” De salientar, ainda, uma novela do Director, Humberto de Mergulhão, uma crónica de Luís Forjaz Trigueiros, a “Imagem do Porto” de Rebelo de Betencourt, a “Rosa dos Ventos e notas de orientação” de Eduardo Freitas da Costa, “Mussolini aos pés da minha cama” de Couto Rodrigues, o folhetim n.º 4 do romance “O Solar de Melcate” de Rodrigo de Mello (pai do Rodrigo Emílio) e a peça de teatro “Crisântemos” de Anita Patrício. Nesta revista, que custava 1$50, podemos ainda encontrar a página de “Sports”, um espaço de poesia, a crítica literária e de teatro, uma página infantil, entre outras. O destaque final vai para o “grande concurso” promovido pela revista “Porque é você legionário?”, no qual os “valiosos prémios” eram 500$00 para o primeiro lugar, 200$00 para o segundo e 100$00 para o terceiro.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2006

Convite para Jantar

De há uns anos a esta parte que não preciso de agenda para me lembrar que quarta-feira é dia de jantar com amigos. A meio da semana atravesso a cidade rumo a uma tertúlia, que já passou por vários sítios e agora ancorou no Chiado. Aí cruzam-se gerações e opiniões, numa discussão de ideias que rompe noite adentro. Todos os tertuliantes têm, como não podia deixar de ser, uma relação, directa ou indirecta, com a blogosfera. Dos bloggers aos comentadores, passando por colaboradores e leitores, na sua maioria bem conhecidos dos blogonautas que me visitam. Finalmente aconteceu o inevitável, o Jantar das Quartas tornou-se blog. Resta-me, apenas, convidar os que me lêem para este novo espaço de debate e opinião na internet.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2006

Prole

Esperei pelo início do ano para dar a boa nova na blogosfera. Apesar de amigos e família já estarem ao corrente, esta é uma novidade das que apetece gritar ao mundo. A família vai aumentar. O meu filho, que celebrou o seu quarto aniversário há dias, deixará de ser único. Não consigo conter a felicidade, pois não entendo a vida sem descendência. É no sangue que está a nossa imortalidade.

terça-feira, 3 de janeiro de 2006

Ano novo

Estas transições são normalmente um terreno fértil para escrever. Não nesta casa... Faltou o balanço do ano passado, considerações sobre o que começou e, se calhar, uns dos habituais prémios que se atribuem nestas ocasiões. Tenho andado afastado, o que me dá distinções destas, mas espero produzir mais e com maior regularidade. Digamos que é o meu desejo blogosférico para o ano novo, por me parecer que é o que os leitores também desejam.

Infelizmente, o tempo (ou a falta dele) dita que por hoje é tudo. Serve este breve post para “picar o ponto”. As novidades ficam para amanhã.