terça-feira, 10 de outubro de 2006

Impressões de Paris (I)

Desloquei-me no passado fim-de-semana à capital francesa por ocasião da XI Table Ronde, excelente evento organizado pela associação Terre et Peuple, para a qual havia sido convidado na qualidade de presidente da associação Causa Identitária, e de que falarei noutro post. Com esta, inicio um conjunto de “impressões” que vou partilhar aqui convosco.

Ainda no avião, leio a notícia num jornal francês de que a França já não é o maior consumidor mundial de vinho. Foi ultrapassada pela Itália e pelos EUA, que ocupam agora a primeira posição. Depois de ter verficado in loco os números alarmantes da presença muçulmana em Paris e a sua intolerância, não pude deixar de fazer uma relação directa entre o decréscimo do consumo de bebidas alcoólicas e as interdições islâmicas. Já na conferência, quando falei sobre isto com um camarada francês, disse-me que se passava o mesmo em relação à carne de porco, cujas vendas têm vindo a decair gradualmente. Isto passa-se não apenas no seio da comunidade muçulmana, mas também noutros locais, devido a uma atitude intimidatória e de imposição de costumes estranhos aos franceses autóctones. É o caso das escolas públicas que até há pouco tempo tinham à escolha duas ementas, uma com porco e outra sem, e que agora simplesmente não servem o “alimento proibido”. Esta conversa foi tida com Philippe Vardon, presidente das Jeunesses Identitaires, que tive muito prazer em conhecer e com quem gostei muito de falar, que foi alvo de um processo judicial por organizar uma iniciativa de apoio social que consistia em servir uma sopa feita à base de carne de porco a pessoas carenciadas. Por isto foi acusado de... racismo!

6 comentários:

  1. Este é mais um texto que vou imprimir e...deixar por aí espalhado.
    Talvez acorde alguem!

    Legionário

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  2. E por onde andam os mafométicos cá do burgo?!

    Saudações

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  3. Certamente que não conheces muçulmanos!
    Os que eu conheço bebem bebidas alcoolicas. Quanto muito não o fazem um público.
    Se passares por certos aeroportos muçulmanos vês nas free shops uma data de árabes a comprarem bebidas alcoolicas.

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  4. Caro 'O Raio',
    Quanto aos muçulmanos que conheço, lamento mas não posso revelar os seus dados pessoais.
    Por acaso, um deles está-se nas tintas para as restrições corânicas.
    De qualquer forma, isso não significa que essas restrições não existam. Mais, não significa que a maioria dos muçulmanos não as sigam. Neste caso fazem pior, usam-nas como arma político-religiosa na Europa.

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  5. "prestigiados oradores nacionais e estrangeiros."

    Estive a ver a lista de oradores e... prestigiados porque???

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  6. O Branquinho observou "in loco, os números alarmantes da presença muçulmana em Paris e a sua intolerância".
    Passou o fim-de-semana a conta-los, foi?

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