domingo, 9 de abril de 2006

Na Presidência nada de novo

O Presidente da República deu o seu aval ao subsídio para matar os portugueses que é a nova lei da nacionalidade. Outra coisa dificilmente seria de esperar. Um assunto de extrema importância, como este, não foi debatido a nível nacional e não foram tidas em conta as suas graves consequências a médio-longo prazo, acabando por ser votado, como escrevi na altura, “com a mesma indiferença e ignorância como se do horário de funcionamento das lotas de tratasse”. Na Assembleia da República não houve votos contra e dos grupos parlamentares que se abstiveram, o do BE queria ainda mais facilitismos (!) e o do CDS-PP, que havia apresentado algumas (poucas) críticas, confessou-se depois refém de disciplina partidária.

Ora a notícia vinda a «Público» ontem, diz que “Cavaco não cede ao CDS e promulga lei da nacionalidade”. Como se o Presidente, nesta partidocracia, pudesse contrariar uma votação maioritária, na qual se incluía o seu próprio partido, atendendo a quem se primeiro se absteve e mais tarde se lembrou da asneira que fez... Não sei se Cavaco queria promulgar esta lei assassina, ou se o fez contrariado. O que vemos é que os “medos”, apregoados pela “esquerda”, de um presidente intervencionista parecem não ter fundamento. Por outro lado, as supostas preocupações do partido de Ribeiro e Castro parece que se tornaram, de um dia para o outro, em oportunidade de crescimento pois, segundo notícia hoje divulgada, o “CDS-PP quer africanos a participar activamente no partido”.

4 comentários:

  1. Vamos festejar amigo duarte.
    Umas bombas na assembleia

    abraços

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  2. ///

    --- Não podemos permitir que eles procedam à Liquidação Total da Identidade Europeia!

    --- O caminho a seguir é... reivindicar o LEGÍTIMO Direito ao Separatismo...

    ///

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  3. É, por chato que seja reconhece-lo, o «menu» está cada vez mais «indigesto»...

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  4. ".... o “CDS-PP quer africanos a participar activamente no partido”."

    Da mesma maneira que há PRETOS e ÁRABES na Front National do sr.Le Pen?!?!

    Valha-nos Deus.
    ahahahah

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