Apesar de ter sido já comentada na blogosfera, esta é daquelas que não posso deixar de referir aqui. Recentemente, o «Jornal de Angola» noticiava que o país “
continua a registar uma invasão desenfreada de cidadãos vindos de vários países africanos”. Não é preciso dizer que me lembrou imediatamente o que se passa actualmente nos países europeus. Sobre o caso angolano, o sub-comissário Delfim Calulo, chefe de estado maior da Polícia de Guarda Fronteiras, disse que: “
temos consciência que muito há que fazer, a curto, médio e longo prazo para estancarmos esta imigração ilegal que em certa medida só vem criar grandes problemas de instabilidade, económica, ecológica e política, para além da distorção da nossa cultura”. É bom ver que as autoridades desta ex-colónia reconhecem e se preocupam com este grave problema, ao contrário da ex-metrópole, onde a política é a de abrir as portas cada vez mais e negar, dogmaticamente, os efeitos destrutivos da imigração maciça e desregrada.
Na Europa, quando alguém tem a coragem de ter um discurso semelhante ao deste sub-comissário angolano, é automaticamente etiquetado como “racista”, “xenófobo” e até “nazi”. Será que, neste caso, os fiscais do politicamente correcto também aplicam a Delfim Calulo a fórmula “racista-xenófobo-nazi”?
Tiro certeiro Duarte. Não os poupes!
ResponderEliminarMerdas destas é que as TVI's e demais pasquins da desinformação deveriam relatar, mas não, persistem na auto-flagelação étnica.
Excelente post, Branquinho, mas sabe como funciona cá: dois pesos, duas - enormes - medidas... ;-)
ResponderEliminar///
ResponderEliminar--- "... auto-flagelação étnica." -> NÃO!
--- Chamemos os 'Bois pelos Nomes': PARASITAGEM NO PLANETA!!!...
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