domingo, 29 de janeiro de 2006

Mozart e cultura


Anteontem passaram 250 anos sobre o nascimento de um dos maiores génios da música europeia. Esta efeméride leva-nos a pensar na forma como é encarada a cultura hoje e nas prioridades dessa que é uma área fundamental. Audiências, modas, desporto espectáculo, entre outros, são passos que se dão numa caminhada para um povo que se quer cada vez mais ignorante e desligado da sua cultura.

Fica aqui uma referência à reflexão certeira do Eurico de Barros, “Serviço público de futebol e de política, não de Mozart”, ontem no «Diário de Notícias». Nessa sua crítica ao serviço público de televisão é categórico: “Não havia possibilidade de ter um programazinho de produção própria sobre Mozart? Ou de transmitir em directo ou diferido um só dos muitos concertos do dia? Parece que não. A verdade nua e crua é esta: havia muito mais espaço para a cultura e as artes na RTP do "fascismo" do que há na RTP da "democracia".

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