quarta-feira, 23 de novembro de 2005

Vítima mortal

Na semana passada, a morte de um militar português no Afeganistão encheu os media. Muitos não hesitaram em classificá-lo como herói. Para mim, um herói sacrifica-se pelos seus ideais, não sei se foi o caso do sargento João Paulo Pereira. Sobre os heróis, não me alargo mais, porque o BOS já disse o que havia a dizer. Sobre este acontecimento, digo apenas que na guerra morre-se, não se deve é morrer numa guerra que não é nossa.

2 comentários:

  1. Quem disse que a guerra não é nossa?!?
    É sim senhor.

    Trata-se de efectuar a necessária limpeza, de eliminar as horrendas serpentes na fonte, ou seja, na terra deles.
    Em breve, estou certo, a França juntar-se-a à Boa Causa criando o 'desiquilibrio' que faltava.
    O Ocidente tem o direito de se defender do pan-islamismo e, como se sabe, a melhor defesa...é o ataque.

    O Duarte não se admire muito se, no futuro, vir na TV tanques da Aliança Atlãntica nas ruas de Meca.


    ps-os 'jovens' que nas ruas de França se dedicaram , com assinalável eficácia, à renovação do parque automóvel daquele país são tão idiotas que fizeram mais pela Causa do que 100000 de livros da srª Fallaci ou do Caturo.
    Ainda bem.
    :)

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  2. Concordo com o Nelson amigo Duarte.Esta guerra é nossa,basta lembrar o que se passou em França e o que se passará em toda a Europa no futuro.A guerra tb não era da indonésia,mas acabou por lá ir parar em Bali e noutros sitios.

    Saudações.

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