segunda-feira, 1 de agosto de 2005

Hemeroteca (III)

Hoje trago-vos uma revista de informação dos anos 80 ligada à Torralta, com edições em português, francês e inglês, que apostava no mesmo formato das revistas internacionais de então.

Título: Espaço T Magazine
Data: Agosto de 1981
N.º 14
Director: José Miguel Júdice


A capa é ilustrada com o famoso entertainer narigudo da altura, Júlio Isidro, figura de proa do programa de televisão de sucesso “Passeio dos Alegres”. De seguida, podemos ler um artigo sobre o Príncipe Carlos e a sua recente esposa Lady Diana, com uma previsão astrológica do seu futuro juntos. Entre outras, há uma reportagem sobre “o comboio dos imigrantes”, de um jornalista que fez a viagem Paris-Lisboa acompanhado dos portugueses que lá trabalhavam, e outra sobre Israel, da autoria de António Mega Ferreira. De destacar, também, o texto sobre a Batalha de Ourique, de José Valle de Figueiredo, e o artigo “Virgindade: Tabu em decadência”, sobre a mudança de mentalidades e atitudes na sociedade portuguesa. Como cronistas temos Adriano Moreira, Sottomayor Cardia, Rogério Martins e António Alçada Baptista. Na publicidade abundam os anúncios ao complexo turístico de Tróia e aos casinos de Vilamoura e Alvor.

4 comentários:

  1. Eurico de Barros2/8/05 12:00 da manhã

    Ainda cheguei a escrever nesta revista, e uns amigos meus fizeram e publicaram lá um jogo de guerra... como o tempo passa! Bem dizia o outro que «o tempo é o único inimigo que ataca fugindo». Curiosamente, do «Espaço T» saiu o «Semanário», o bom, o dos anos 80, claro.

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  2. Lembro-me bem dessa revista.

    Nessa altura, era eu estudante do preparatório, tinha como professora de Trabalhos Manuais a mae da Catarina Furtado, e por sinal, fiz uma tapeçaria que representava o «Baixinho»- o papagaio do programa do Júlio Isidro.

    Ainda guardo essa «peça artística» que até este em exposição no final do ano lectivo.

    Como o tempo passa...

    Pedro Frade

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  3. Pois...
    Vulnerant omnes, ultima necat.
    É o que se diz das horas, todas ferem, a última mata.

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