sábado, 2 de julho de 2005

INCM

Quando penso nas edições da Imprensa Nacional-Casa da Moeda há um nome que me vem logo à memória: José Leite de Vasconcelos. Mas, apesar de bibliófilo, confesso que não consigo enumerar a maioria dos autores publicados por esta editora e que raramente visito uma das suas livrarias. Apenas me lembrei do assunto, pois o Eurico de Barros fez hoje o justo elogio da INCM, que considera “uma das melhores editoras portuguesas”, mas que infelizmente é “invisível”. Aconselho, por isso, a leitura da sua crónica“A qualidade escondida”, no Diário de Notícias, e uma visita à página da INCM, para tomar conhecimento das inúmeras publicações disponíveis.

4 comentários:

  1. E o Eurico de Barros não recomenda - mas até podia recomendar, provavelmente - o "Diário Quase Completo" de João Bigotte Chorão, editado lá pelo estaminé, e que é um grande livro. Ainda não escrevi sobre o dito cujo porque aguardo por dias de maior inspiração. Aquilo é mesmo muito bom!

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  2. Eurico de Barros3/7/05 7:30 da tarde

    Recomendo, sim senhor! Não o referi na crónica porque era impossível mencionar tudo, mas é um grande livro. Que também tenho e ando a ler, e que faço durar!

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  3. Sou frequentador habitual de algumas das seis simpáticas livrarias, de Lisboa, da Imprensa Nacional - Casa da Moeda. De facto, estão sempre às moscas.

    Mendo Ramires

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  4. Adenda: Anualmente, a IN-CM lança um excelente catálogo, de distribuição gratuita, com todas as edições.

    Mendo Ramires

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