Quando penso nas edições da Imprensa Nacional-Casa da Moeda há um nome que me vem logo à memória: José Leite de Vasconcelos. Mas, apesar de bibliófilo, confesso que não consigo enumerar a maioria dos autores publicados por esta editora e que raramente visito uma das suas livrarias. Apenas me lembrei do assunto, pois o Eurico de Barros fez hoje o justo elogio da INCM, que considera “uma das melhores editoras portuguesas”, mas que infelizmente é “invisível”. Aconselho, por isso, a leitura da sua crónica“A qualidade escondida”, no Diário de Notícias, e uma visita à página da INCM, para tomar conhecimento das inúmeras publicações disponíveis.
E o Eurico de Barros não recomenda - mas até podia recomendar, provavelmente - o "Diário Quase Completo" de João Bigotte Chorão, editado lá pelo estaminé, e que é um grande livro. Ainda não escrevi sobre o dito cujo porque aguardo por dias de maior inspiração. Aquilo é mesmo muito bom!
ResponderEliminarRecomendo, sim senhor! Não o referi na crónica porque era impossível mencionar tudo, mas é um grande livro. Que também tenho e ando a ler, e que faço durar!
ResponderEliminarSou frequentador habitual de algumas das seis simpáticas livrarias, de Lisboa, da Imprensa Nacional - Casa da Moeda. De facto, estão sempre às moscas.
ResponderEliminarMendo Ramires
Adenda: Anualmente, a IN-CM lança um excelente catálogo, de distribuição gratuita, com todas as edições.
ResponderEliminarMendo Ramires