Aconselho a leitura do interessante artigo “Ruínas do futuro” de Miguel Freitas da Costa, hoje no «Diário de Notícias», no qual reflecte sobre a guerra que o mundo vive hoje e o terrorismo que, para ele, “cada vez mais tem de se entender como instrumento de certos Estados ou de certos poderes subnacionais ou transnacionais que querem combater os Estados Unidos ou impor-se às respectivas potências regionais”. Quanto a esta interpretação, penso que, infelizmente, o terrorismo não fica por aí, sendo a ponta da lança do islão totalitário expansionista e tendo como um dos alvos principais a Europa. De qualquer maneira, não posso estar mais de acordo com a conclusão do artigo, ainda por cima porque é algo que nunca é lembrado pelos “especialistas” que habitualmente verborreiam sobre o assunto: “O que precisamos de saber é quem nos convém como "amigo" e quem são os nossos "inimigos".” Já dizia Carl Schmitt...
De Israel, que está por trás de tudo - mas absolutamente tudo - isto, é que não precisamos nada. Nada!
ResponderEliminarOs amigos não sei quem são...
ResponderEliminarMas dos inimigos sei, à cabeça está a União Europeia!
Estou farto de ser explorado...
Israel poderá quanto muito ter a manha e a astúcia de ter conduzido o combate ao terrorismo islâmico para o interior das fronteiras da Europa, assim como arrastar os países Ocidentais para fazer a guerra em nome de Israel, caso do Iraque e no futuro quem sabe o Irão e Síria. Veja-se também os interesses Israelitas com a Turqui e a pretensão em que esta adira á União Europeia.Esta pretensão é partilhada , talvez não por acaso pelos Estados Unidos.
ResponderEliminarNo entanto existe um risco real, da Europa ser colonizada pelo terceiro mundo. O islamismo expanionista, os imigrantes africanos e sul americanos, que pretendem fixar-se em comunidades no nosso seio e ganhar influência, situação que agradaria e muito aos governantes desses países emissores de imigrantes hoje cidadãos de pleno direito amanhâ.
Concordo com o Portugal Independente.
ResponderEliminarEstara tambem Israel debaixo da cama?
Não, está aí por toda a parte, mais as suas quintas colunas. Só quem é cego é que não vê.
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