Não me vou aqui prender com pormenores “técnicos”, do estilo quantos assaltos, ou pessoas, são necessários para que os crimes do passado dia 10 de Junho sejam considerados um “arrastão”. Caibam ou não nessa definição, esses crimes são apenas mais uma ocorrência provocada pela violência dos gangs étnicos. Este é um problema de segurança interna demasiado grave para poder ser simplesmente esquecido devido a um potencial “erro de classificação”.
Acontece que a intenção desta estratégia negacionista não é ficar por aqui, ela pretende branquear todos os crimes perpetrados por imigrantes e seus descendentes. A atitude da extrema-esquerda, dos seus lacaios e de todos os complexados do politicamente correcto, é de uma discriminação atroz. Quando se trata de uma notícia positiva em relação a uma comunidade imigrante, exigem que se teçam os maiores elogios - merecidos ou não – divulgando a origem étnica dos protagonistas e apresentado-os como o exemplo a seguir. Por outro lado, quando um crime é cometido por um imigrante, saltam logo em defesa dos “fracos e oprimidos”, vitimizando os agressores e culpando a sociedade e a polícia (esses “fascistas”...), e apelidando de “racistas” e “xenófobos” os que se atrevam a informar a origem, etnia ou nacionalidade dos criminosos.
O argumento de que “nem todos os imigrantes são criminosos”, apesar de ser uma constatação factual, não significa que não haja imigrantes criminosos, nem que a imigração não origine tipos de criminalidade específicos. Esta é apenas mais uma esquiva à análise séria de um fenómeno complexo. A observação da evolução da criminalidade em Portugal e estudos feitos noutros países demonstram que há comunidades imigrantes respeitadoras e pacíficas, como existem outras com grande propensão para o crime e a violência, apesar de lhes serem dadas as mesmas condições de vida.
Quando se dá um crime desta natureza, em especial com a dimensão do arrastão de Carcavelos, há sempre quem garanta que é necessário “estudar o problema”... O problema é que a violência dos gangs étnicos é uma realidade nacional há vários anos, quando é que vamos ter finalmente coragem política para encará-la e solucioná-la?
Excelente texto amigo.É pena não teres "voz" no parlamento....mas lá chegaremos!
ResponderEliminarCumprimentos
Enquanto tivermos o cancro marxista vivo nas nossas sociedades esses branqueamentos não cessarão.
ResponderEliminar