sexta-feira, 17 de junho de 2005

Os negacionistas do “arrastão”

O jornalismo é a História do presente e, não se tratando de uma ciência exacta, é sempre susceptível das mais diversas interpretações. Assim, um jornal que mais parece o órgão oficial de um dos partidos de extrema-esquerda que se sentam no poleiro do Parlamento, diz hoje que o “arrastão” de Carcavelos nunca existiu. Bom, todos têm direito às suas opiniões, mas atrevo-me a imaginar qual será o próximo exclusivo fabricado numa tentativa de que este jornal tenha uma tiragem a sério: Os assaltos e agressões nos comboios da linha de Sintra nunca existiram. Que imagens seriam então aquelas transmitidas ontem pelo canal de Balsemão?

6 comentários:

  1. Caro Duarte

    Já é tempo de fazer ver ao povo da nossa pátria quem são os vilões desta história e que Portugal quer outro rumo para a sua história.

    Força Por Portugal

    João

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  2. Isso no fundo resume-se tudo a revisionismo e, como tal, deve ser devidamente punido...

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  3. Não me parece que os tenhamos de aturar muito mais tempo.Consta que o dito jornaleco está falido, é uma questão de tempo até encerrar.Seja como for não conheço ninguém que compre essa trampa.

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  4. Aquela merda é intragável (os outros ao menos ainda tentam parecer imparciais), de certeza que não dura muito mais.

    NC

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  5. ok!
    ...mas, no caso particular, sempre eram 500!!????

    -organizaram-se 500 sem ninguém perceber/saber?!
    A teoria sobre os jornalismo exposta tem que servir para todos os jornais e mensagens.

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  6. Pois é...
    No meu blog tenho a citação da notícia (com link para o dito jornal, para verem com os próprios olhos).
    Inacreditável!

    Quanto à teoria dos 500 serem, afinal, 40 ou 50 também é engraçado... é que no dito jornal referem que eram apenas cerca de 50, mas ao mesmo tempo dizem que quando a polícia chegou "centenas de jovens" fugiram...
    Enfim...

    Passa no meu blog...

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