Portugal está a tornar-se uma terra de oportunidades para os imigrantes, em detrimento dos portugueses. Beneficiam da simpatia do governo, que exige um esforço de todos nesta altura de crise económica, mas que aos imigrantes continua a dar apoios. Até para aqueles que não querem integrar-se e demonstram um ódio visceral pelo país que os alberga, abre há anos as portas das escolas, da habitação social, dos serviços de saúde, etc. sem qualquer resultado positivo visível. É extremamente compreensivo para com certos criminosos violentos – a que os
media chamam “jovens” – justificando-se com explicações sociológicas rebuscadas, esquecendo um princípio basilar do estado de direito democrático que é o da justiça cega e, por isso, necessariamente igual para todos. Fortalece, assim, uma classe auto-excluída da sociedade ao considerá-la praticamente inimputável. Acentua as tensões etno-sociais, ao considerar “racista” e “xenófobo” quem seja crítico do fenómeno da imigração e das suas consequências negativas, fazendo os portugueses arcar com “responsabilidades coloniais” que não fazem hoje qualquer sentido. Mas, para não me alongar mais, já que havia muito ainda para dizer, salto já para o prémio que o Presidente da República e a ala esquerda do Parlamento pretendem dar aos filhos imigrantes, muitos deles, como sabemos, que recusam violentamente a integração e repudiam o nosso país e a nossa cultura: nada mais nada menos que a nacionalidade portuguesa!
Mais uma vez, neste assunto os portugueses não têm uma palavra a dizer, porque a Democracia e a vontade popular nem sempre interessam. Sobre esta questão aconselho vivamente o
post “
O povo é quem mais ordena” no excelente
blog Batalha Final e a discussão que se seguiu nos comentários.
Ainda não raparamos mas estamos em guerra e em guerra com um inimigo poderossissimo que nos está a destruir.
ResponderEliminarEstamos em guerra com a União Europeia. A continuarem as coisas como estão o país nem dez anos dura.
Infelizmente somos só uns 11 milhões, ainda por cima sufocados por uma Espanha de 40 milhões.
Temos de voltar às nossas tradições, quem nasce em Portugal é português, como sempre foi até começar a marcha para a entrada na então CEE quando, para satisfazer exigências estrangeiras, alteramos a Lei da Nacionalidade.
As portuguesas não têm filhos suficientes para aguentarmos o embate europeu. Temos de fabricar mais e mais portugueses. O recurso aos filhos dos imigrantes parece ser o único que está à mão.
Não nos podemos esquecer, o inimigo principal não é o imigrante que está cá a trabalhar para nós. O inimigo principal é o europeu que nos quer por a trabalhar para ele!
Só é português quem é filho de portugueses. Um cão nascido numa cavalariça não é um cavalo. É por isso preciso que todos os Portugueses se livrem da mentalidade universalista tacanha o mais depressa possível, antes que Portugal morra atolado num mar de lama racial.
ResponderEliminarNão há Portugal mestiço. Portugal é branco ariano ou então nem sequer existe. Se este rectângulo extremo ocidental europeu estivesse repleto de Eusébios, de Naides Gomes e de Josés Castelo-Branco, não seria Portugal, mas outra coisa qualquer (Afrogal).
Mal por mal, foi incomparavelmente menos grave a situação do domínio filipino do que aquela que está prestes a acontecer. É que, sob domínio filipino, a Nação manteve-se; com a vinda maciça de africanos, a Nação dilui-se.