É claro que na altura era impensável tal história passar ao cinema, mas o tempo traz surpresas… E ela aí está. Pela mão de Robert Rodriguez e Frank Miller himself, “Sin City” chega às grandes telas. O Eurico de Barros, que já viu o filme em Cannes, fala sobre ele hoje no DN. Em Portugal ainda não estreou, mas já consegui um daqueles DVDs manhosos para compensar a espera. Gostei do que vi, mas só quando voltar de férias falo sobre isso.
quinta-feira, 19 de maio de 2005
Sin City
A primeira coisa a que associo o nome de Frank Miller é a ao seu excelente trabalho no Demolidor e na “Saga de Elektra”, que li ainda miúdo, naquelas revistas brasileiras que assassinavam os comics com as estúpidas reduções de tamanho e as traduções para esquecer. Desde então, acompanhei os trabalhos deste autor que se um tornou um desenhador mítico no universo da BD. Há pouco mais de dez anos, quando seguia os comics americanos regularmente, li em primeiríssima mão uma obra-prima chamada “Sin City”. Que pedrada no charco! Li e reli. A partir daí acompanhei o que foi publicado sobre esse mundo da “Cidade do Pecado”, que o mestre Miller havia criado.
É claro que na altura era impensável tal história passar ao cinema, mas o tempo traz surpresas… E ela aí está. Pela mão de Robert Rodriguez e Frank Miller himself, “Sin City” chega às grandes telas. O Eurico de Barros, que já viu o filme em Cannes, fala sobre ele hoje no DN. Em Portugal ainda não estreou, mas já consegui um daqueles DVDs manhosos para compensar a espera. Gostei do que vi, mas só quando voltar de férias falo sobre isso.
É claro que na altura era impensável tal história passar ao cinema, mas o tempo traz surpresas… E ela aí está. Pela mão de Robert Rodriguez e Frank Miller himself, “Sin City” chega às grandes telas. O Eurico de Barros, que já viu o filme em Cannes, fala sobre ele hoje no DN. Em Portugal ainda não estreou, mas já consegui um daqueles DVDs manhosos para compensar a espera. Gostei do que vi, mas só quando voltar de férias falo sobre isso.
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