Agradeço-lhe profundamente, não só interesse e auxílio nesta publicação, como a amizade que muito estimo e as agradáveis trocas de ideias feitas regularmente na sua tertúlia.
Roberto de Moraes deslocou-se a Wilflingen por três vezes para visitar Ernst Jünger e manteve com o escritor uma troca de correspondência esporádica. A primeira visita foi em 1973 e deu origem a este artigo. A entrevista feita na segunda visita, em 1978, seria publicada na revista francesa “Nouvelle École” n.º 33 (Verão de 1979) subordinado ao tema “L’idée nominaliste”, com o título “Rencontre avec Jünger. Un témoignage”, e que foi registada pelo próprio Jünger no seu diário, onde também recorda a visita do jornalista português. A última visita foi no dia 24 de Fevereiro de 1984, tinha Jünger 89 anos de idade, na qual foi tirada a fotografia abaixo.
Dado que o artigo é extenso para publicação num só post, repartirei a sua reprodução em vários dias, respeitando os subtítulos originais, que são do autor.
Ernst Jünger e Roberto de Moraes
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