quarta-feira, 30 de junho de 2004
Imigração ilegal e crime
“(…) O Governo tem que se decidir, de uma vez por todas, a ignorar os grupos e grupelhos que para aí abundam, justificando a sua existência com uma alegada defesa dos imigrantes, e agir com a maior determinação para expulsar, de imediato todo e qualquer estrangeiro, não comunitário, que não justifique a sua estada legal no País.
A aplicação estrita da Lei não pode ser confundida com xenofobia e racismo. A Lei não olha a nacionalidades ou cores de pele, não discrimina. Só os cidadãos de países da Comunidade têm livre trânsito em Portugal e, mesmo assim, não estão isentos do cumprimento da Lei.
Não é apenas a perda de uma vida humana que há a lamentar, no caso presente, mas sim o aparente descontrolo em que o País parece continuar com a abertura das fronteiras. Não seria acertado extinguir o Tratado de Schengen e repor o controlo em todas as fronteiras dos países comunitários?
As múltiplas consequências negativas que têm vindo a ser sentidas, sobretudo em tempo de ameaças terroristas, bem o justificariam.
Quanto aos ilegais detidos, a sua expulsão deveria ser imediata.”
domingo, 27 de junho de 2004
Gobissauros
sábado, 26 de junho de 2004
Taluda
sexta-feira, 25 de junho de 2004
Relato do jogo
Prolonguem-se os jogos!
Gostei de ver um excelente jogo de futebol.
Gostei desta vitória sofrida até ao final.
Gostei de ver o meu país a gritar em uníssono: Portugal!
Gostei.
Afinal, é tão fácil trazer felicidade às massas. Como no Império Romano, se há derrotas militares: prolonguem-se os jogos!
terça-feira, 22 de junho de 2004
O Sentido da Festa
O homem moderno perdeu o sentido de festa. Arrancado ao seu ambiente geográfico e humano, isolado no meio das cidades «anorgânicas», esqueceu as suas origens e já nada conhece destas festas que puderam produzir as comunidades de outrora.
Em detrimento das tradições ancestrais, geralmente transformadas e justificadas como «folklore», é imposta a festa popular, isto é, a festa artificial, estrangeira. O ritmo regular das festas sazonais que reconduziam o homem ao seu meio natural, foi substituído pelo soluço das músicas exóticas. Os histriões da rádio e da televisão substituíram os grandes criadores do passado. São numerosos hoje os que têm que sofrer os divertimentos fictícios que o conformismo ambiente impõe. O sucesso do «folk-song», isto é, do canto popular, explica-se em parte pelo desejo confuso de certa juventude querer escapar ao entontecimento e de se reconciliar com as grandes liturgias colectivas do passado.
Celebrar o Solstício de Verão é, antes de tudo, o reatar de uma festa ancestral e várias vezes milenária. Mas não se trata de proceder à maneira dos arqueólogos e dos etnógrafos. Esta celebração não é uma reconstituição. Deve ser viva e alegre, em harmonia com o tempo presente.
Reatar é voltar a encontrar o fio perdido. É voltar às origens da nossa comunidade de cultura e de civilização. A este respeito o Solstício de Verão possui um valor exemplar. Durante vários séculos sofreu as consequências da sufocação que o cristianismo lhe quis impor, para acabar por ser tolerado sob a festa de S. João. No entanto, um pouco por toda a parte, nas terras da Europa, os fogos solsticiais mantêm-se e renascem, testemunhando a dedicação dos nossos povos a uma certa concepção do mundo. A festa solar volta a inserir o homem no seu quadro cósmico. Reatar com esta festa da Europa mais antiga é afirmar a nossa fidelidade à herança ancestral e, através desta, à nossa identidade.
Nesta segunda metade do século XX, o Solstício de Verão conserva uma dimensão fundamentalmente comunitária. Continua a ser o momento privilegiado para, junto da fogueira de chamas claras, o indivíduo voltar a encontrar o seu clã.
Philippe Conrad
in “Os Solstícios – História e Actualidade”, Hugin (1995).
segunda-feira, 21 de junho de 2004
"Extrema-direita" em flor
Concluída a leitura, verifiquei que a única referência a “extrema-direita” em todo o texto era a seguinte: «Também acho interessante que, à direita, o Partido da Nova Democracia, de Manuel Monteiro, não tenha conseguido eleger qualquer deputado. O que mostra - e é um sinal positivo - que não há espaço para a extrema-direita florescer em Portugal.»
Interessante... Não acham? Muita atenção meninos, foi a Sr.ª “especialista” que disse.
Bom, já que a “extrema-direita” é a especialidade da casa, passo a contestar:
1. Monteiro nunca se assumiu como de “extrema-direita”, recusando ofendido a sua comparação a Le Pen feita por Marcelo Rebelo de Sousa.
2. O fracasso eleitoral do Partido da Nova Democracia não mostra “que não há espaço para a extrema-direita florescer em Portugal”, mostra – isso sim – que não há espaço para um partido nascido de uma “zanga de comadres” e com o objectivo único de arranjar um tacho ao seu líder florescer em Portugal.
3. Boa tentativa – fracassada – de ignorar a “extrema-direita” existente em Portugal: o Partido Nacional Renovador. Felizmente existe a Internet...
4. Para a próxima (isto é só um conselho grátis), não deixe transparecer as suas preferências políticas. Fica mal quando se está a ser entrevistada na qualidade de “especialista”! Acho curioso que a citada falta de espaço de florescimento da “extrema-direita” seja «um sinal positivo», enquanto que o BE defende «temas marginais ao bem-estar material, mas que são importantes para muitos eleitores que são jovens, urbanos, com altos níveis de educação». Uau! G’anda pinta! Esses não têm direito ao “extrema” antes do “esquerda”. Provavelmente, para si, o crescimento deles também é um sinal positivo…
Atenção: a versão on-line do artigo referido tem os títulos do texto e da caixa trocados, como é facilmente perceptível após a sua leitura.
domingo, 20 de junho de 2004
sexta-feira, 18 de junho de 2004
Onésimo Redondo
"Debemos acorralar con un genuino movimiento revolucionario todas las formas de usura, incluso esa moderna, que consiste en pagar al labrador un mínimo bastante para que no muera y siga trabajando, pero insuficiente para que sostenga los hijos que da a la Patria... Hay que redimir, en fin, al que trabaja y resolver violentamente, si es preciso, como lo será, a la burguesía, encastillada en sus numerosos fondos económicos. Pedimos, pues, la revolución social para que todo hombre apto encuentre trabajo dignamente remunerado y para que nadie se vea privado de la posibilidad cierta de elevar su condición según sus medios y para que el campo -que es España- sacuda las cadenas de la hegemonía burguesa. Pero si la revolución social es una necesidad y un grito de justicia, hay que defender. Ese movimiento sano y juvenil de las corrupciones traidoras que proceden de la democracia judaizante superburguesa, como de las máximas internacionales con sello marxista, que descaracterizaría la genuina revolución hispánica para hacernos siervos de Moscú. Revolución social, enérgica y urgente, a cargo de la juventud española".
quinta-feira, 17 de junho de 2004
O lugar do PNR
JPD, desculpe-me o formato pergunta-resposta, mas é mais fácil para mim e penso que menos pesado para os leitores.
O que justifica a existência de um Partido que recolhe apenas 8000 votos?
Está justificada à partida pelos votos que tem, mas penso que o mais importante é que a existência do PNR veio quebrar o tabu da “extrema-direita” em Portugal. Há agora lugar (democrático) para ideias que até há pouco não tinham espaço no espectro político português, consideradas pelo próprio JPD como um “corpo doutrinário consistente que tem muito que se aproveite”.
Como poderá um partido assim fazer passar a sua mensagem se há imensas zonas deste país (que nem é grande) onde a sua mensagem pura e simplesmente não chega?
É um trabalho difícil, mas que tem vindo a ser feito, como mostram as progressões eleitorais. O PNR deve ser dos poucos - senão o único - pequenos partidos que faz um trabalho constante e não só mera promoção eleitoral. Está atento e preocupado com o estado da Nação, acompanhando a actualidade política e emitindo comunicados; organiza várias actividades de formação interna, conferências, mesas-redondas, etc.; trabalha ainda a nível local através de núcleos em vários pontos do país.
No entanto, para conseguir fazer passar a sua mensagem é preciso furar a indiferença e/ou boicote dos media toldados pelo pensamento único vigente. Infelizmente, penso que tal só acontecerá quando a situação nacional se deteriore de tal maneira, que será impossível ignorar-nos.
Que expectativa pode ter um tal projecto político?
A minha expectativa é que se implemente uma força política que una os nacionalistas em Portugal, e que, por outro lado, os portugueses acreditem que existe uma opção política credível nas nossas ideias.
Em termos de resultados eleitorais, penso que o PNR vai subir gradualmente, não acreditando porém na eleição de um deputado nas próximas Legislativas. No entanto, só o futuro o dirá.
As experiências internacionais mostram que partidos como este conseguiram a determinada altura grandes resultados e grande fidelização do eleitorado, ou abriram caminho para outras forças políticas, conseguindo sobretudo uma aceitação das ideias nacionalistas por parte dos eleitores.
Não faria mais sentido assumir-se como «tendência» devidamente organizada dentro de um partido maior? Não seria mais eficaz?
Aí está a trick question do JPD. É claro que o meu caro amigo está a referir-se ao CDS-PP, partido que considero de centro-direita. Acho que uma das coisas que torna o nosso sistema político tão injusto é o facto de o 25 de Abril e os “complexos da direita” terem feito com que só haja representação dos cidadãos da extrema-esquerda ao centro-direita. Como um automóvel, o sistema precisa de alinhar a direcção. É nesse sentido que lhe respondo com uma pergunta: Neste alinhamento do sistema, não faria mais sentido pessoas como o JPD e da sua linha política constituírem-se como um partido de direita largando o desvio para o centro?
terça-feira, 15 de junho de 2004
Bug
Já está tudo reposto e eu estou a considerar uma alteração de template. O problema é que não encontro nada de especial nas novidades do Blogger. Aceito sugestões.
segunda-feira, 14 de junho de 2004
Europeias 2004 (II)
É uma atitude que aceito, mas não compreendo. Entendo que uma pessoa deve votar no partido que defenda as políticas com as quais concorda. Admito até que alguém entenda que é necessária determinada política governamental diferente da política local e diferente ainda da forma como quer ver o seu país representado no Parlamento Europeu; votando, assim, em três partidos diferentes, em três eleições diferentes. É todavia melhor e mais coerente do que andar constantemente a votar contra isto e contra aquilo. É a posição cómoda na qual os portugueses tanto gostam de estar: “eu não votei nele, de quem nem sequer gosto, votei contra o outro…”
Quanto ao PNR, obteve 8120 votos, segundo os resultados provisórios divulgados, o que corresponde a 0,24% num universo de 3.393.854 votantes. É uma clara subida em relação às últimas eleições a que concorreu, nas quais obteve 4712 votos correspondentes a 0,09% num total de 5.433.924 votantes. No entanto, não deixou de ser um resultado abaixo das expectativas, nomeadamente para todos os que tanto trabalharam naquela que foi a maior campanha dos pequenos partidos e depositaram grandes esperanças nestas eleições. É também inglório ver o nosso esforço ultrapassado por forças políticas que nada fizeram para angariar votos. Sabíamos que não ia ser fácil e continuámos. Sabemos que não irá ser fácil e continuaremos.
Quanto a derrotas eleitorais, a primeira é uma derrota para Portugal: a eleição de um bloqueado de extrema-esquerda para o Parlamento Europeu. A segunda, foi o esperado “espalhanço ao comprido” dos andorinhas. Quero ver com que legitimidade (democrática) é que os meios de comunicação voltarão a "levar ao colo" o Monteiro, ignorando o MRPP que teve mais votos…
domingo, 13 de junho de 2004
Cruzinha
Por mim já está, agora vão lá. Afinal de contas, é só uma cruzinha...
sábado, 12 de junho de 2004
Desilusão
Como eu detesto o campeonato das contas! Joguem e deixem-se de desculpas e explicações.
sexta-feira, 11 de junho de 2004
quinta-feira, 10 de junho de 2004
Dia de Portugal
Manhã (de Junho) Lusíada
Sobre o ameno destino,
O vendaval que não vai!...
- Pequeno povo latino,
Portugal de novo a pino.
Plaino pleno. Aceno de sino.
Sinal do Sinai!
Perpassa uma onda em terra,
Ombros a onda nos traz.
E a Raça em flor se descerra
- Que esta paz chama-se guerra,
Chama-se guerra esta paz.
Mês d'armas - ao sol soldado.
Dia crente. Ar, Terra e Mar.
Em parada ondulatória.
- E o passado no presente
A passar
Na nossa História!
Rodrigo Emílio
in "Serenata a meus Umbrais"
Feira do livro (IV)
Passei lá ontem à noite (é a melhor altura, com este calor!) e numa agradável conversa que tive com o funcionário da editora, fiquei a saber que os livros do Rodrigo tinham sido todos comprados, bem como vários outros.
Ele agradeceu a publicidade feita pelos blogs às ofertas da DisLivro e ficou curioso em relação ao poeta nacionalista. Depois de uma breve explicação, concordou comigo que neste país é preciso morrer para que se veja reconhecido o mérito de um autor.
De qualquer maneira, ainda têm hoje para lá ir. Ainda há muita coisa das Edições Gama, incluindo António Sardinha, um livro de poesia de António Manuel Couto Viana, o "Para além da Guerra", de Rolão Preto, etc., etc.
terça-feira, 8 de junho de 2004
Discriminação positiva
«Na verdade, a affirmative action cria um discurso racialista, quase racista, porque necessita de uma definição das “raças a ajudar”. É necessário também ajudar os árabes e os coreanos? Uma “escala racial” de superioridade/inferioridade estabelece-se implicitamente, produzida pela ideologia anti-racista… Nos Estados Unidos, muitos representantes das minorias sentiram-se humilhados de entrar na categoria dos beneficiários das “discriminações positivas”. Recentemente, em França, uma escritora de origem africana assinou uma petição para exigir uma quota obrigatória de negros na televisão.
Em todos estes casos se assemelham as mulheres, os negros, etc. a anormais congénitos, a subdotados que, por comiseração, devem ser ajudados. Que humilhação! Deve humilhar-se o “macho branco” para que os demais possam ter uma parte da sobremesa, o que supõe que o “macho branco” é superior por definição? Consequência: deve desvalorizar-se autoritariamente o suposto super-homem para que os demais possam ocupar o seu lugar. É dizer que as mulheres e os negros são vítimas perpétuas que, congenitamente, necessitam de ser ajudados, débeis que devem ser protegidos continuamente da opressão.
No final, a ideologia anti-racista, igualitarista e feminista dá o aval à inferiorização racista ou sexista. Se eu fosse negro, estaria realmente furioso por ser tomado por um incapaz permanente, que deve ser assistido perpetuamente!
Por outro lado, quando se impõe autoritariamente uma quota de 50% de mulheres nos candidatos dos partidos políticos, a ideologia igualitária contradiz os princípios da igualdade e desvaloriza a santa “causa das mulheres”. Com efeito, se a maioria dos candidatos é masculina, não é porque as mulheres estejam afastadas voluntariamente, mas porque não há candidatas suficientes. Com uma lei paritária, vai impor-se à força um número importante de candidatas necessariamente medíocres, como quando Juppé, para parecer “moderno”, queria seis ministras no seu governo, despedidas muito pouco tempo depois por incompetência... A propósito, noutras profissões “civilmente capitais”, como a magistratura ou o ensino secundário, onde as mulheres constituem a grande maioria, porque não impor uma quota de 50% de homens? E na medicina e na cirurgia, onde os homens são particularmente maioritários, porque não impor uma quota de 50% de mulheres, por dois concursos separados? Mas neste caso há um problema: os igualitaristas, os grandes burgueses da esquerda bem-pensante, partidários da discriminação positiva, provavelmente não queriam ser operados por “cirurgiãs” de talento duvidoso.
Mais longe, porque não aplicar, além das quotas de sexos, umas quotas étnicas, para a composição desta sociedade multi-racial, tão querida pela esquerda igualitária? A Air France seria obrigada – mediante contratação separada em “colégios étnicos” - a contratar uma determinada percentagem de pilotos de origem africana, de origem magrebina, etc. Mas isto não veremos nunca. Os intelectuais igualitários não estão tão loucos...
Assim, a discriminação positiva, cujos fins são anti-racistas e anti-sexistas… conduz a sexualizar e racializar a sociedade. Por outro lado, pode notar-se que o igualitarismo, quando tenta aplicar os seus princípios até às suas consequências lógicas, perverte-os, torna-os absurdos e contraditórios. A igualdade de sortes não conduz à igualdade de resultados? Assim se vai impor, pela força, a igualdade de resultados, destruir a igualdade de sortes, fundamento essencial da ideologia igualitária … Unicamente porque esta última recusa dogmaticamente reconhecer a desigualdade das capacidades que regem os indivíduos entre si e os grupos entre si. A Natureza não tem as nossas ideias? Vamos acabar com a Natureza por decreto, como já fizemos vária vezes na História. Programa amplo e caminho simples até à catástrofe! Mas, apesar de tudo, é melhor assim. Como diz um provérbio índio: “quando o teu inimigo está a dançar num telhado, deixa-o fazê-lo e aplaude a proeza…”»
sexta-feira, 4 de junho de 2004
Ligações
O critério é muito simples. Quanto aos "Indispensáveis", acho que o título fala por si. Na "Blogosfera" estão ligações para blogs que acho interessantes, ou que simplesmente fizeram uma ligação ao Pena e Espada. Nos "Sítios" estão ligações a várias páginas de interesse, que não sejam blogs.
Esclarecidos?
Tudo como dantes...
quinta-feira, 3 de junho de 2004
Asneira técnica
Apesar de ter contado com a ajuda do Pedro para pôr tudo como estava (obrigado!), ainda não consegui repor os comentários.
Espero sinceramente que não se tenham perdido, pois acho os comentários são meio blog.
Se não for possível, voltamos à estaca zero, contando eu com a vossa ajuda para continuar a fazê-los.
quarta-feira, 2 de junho de 2004
Feira do Livro (III)
Ainda estão aí?
Quem é António Sardinha?
Tudo o que sou, o sou por obra e graça
da comoção rural que está comigo.
Foi a virtude lírica da Raça
a herança que eu herdei do sangue antigo.
Foi esta voz que em minhas veias passa
e atrás da qual, maravilhado, eu sigo.
Como um licor de encanto numa taça,
assim se quer esse condão comigo.
Olhai-me: - Eu vim de honrados lavradores.
De avós a netos, sempre os meus Maiores
fitaram o horizonte que hoje eu fito.
«O que estaria além da curva estreita?»
- E da pergunta, a cada instante feita,
nasceu em mim a ânsia p'ra o Infinito.
terça-feira, 1 de junho de 2004
Feira do Livro (II)
Continuando no Jünger, chamo a atenção para a primeira edição portuguesa de "Sobre as Falésias de Mármore", no pavilhão da Editorial Estúdios Cor.
Enciclopédico
«LE PEN, Jean-Marie (1928- ). Político francês de extrema direita. Entrou na política em 1956, como o mais jovem deputado do partido direitista e populista de Pierre Poujade. Em 1972, funda e dirige a Frente Nacional que consegue guindar à posição de um dos partidos mais votados de França. O seu discurso violento e simples contra os imigrantes, numa época de forte crescimento do desemprego em França e na Europa, colocou a questão da imigração no centro do debate europeu.»
Com direito a fotografia e tudo. Pas mal...

