Sábado, 4 de Julho de 2009

Universidade de Verão da Terra e Povo

A Associação Terra e Povo organizou no passado fim-de-semana uma Universidade de Verão que trouxe a Lisboa Pierre Vial, Gabriele Adinolfi, Enrique Ravello e contou também com a presença de oradores nacionais. Segundo a associação, o objectivo foi cumprido. Ler mais aqui.

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Quarta-feira, 24 de Junho de 2009

Para hoje

Terça-feira, 23 de Junho de 2009

Universidade de Verão da Terra e Povo


No próximo sábado, dia 27 de Junho, decorrerá em Lisboa a primeira Universidade de Verão da Associação Terra e Povo, que contará com a presença de vários oradores de diversos países. A recepção dos participantes será feita a partir das 10 horas e os trabalhos iniciar-se-ão às 10:30, prevendo-se que terminem às 17:30. As inscrições são limitadas e obrigatórias, devendo ser feitas por correio electrónico ou telefone. O preço é de € 30 e inclui almoço. Associados e estudantes beneficiam do preço reduzido de € 25.

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Segunda-feira, 22 de Junho de 2009

A nossa grande pátria comum

Este reflexão do Eurico de Barros sobre a Europa, publicada num dos grandes diários portugueses, é, pela sua honestidade, sentimento, clareza, coragem e sustentação em sólidas referências, de antologia. Parabéns e um obrigado amigo.

«No livro de ensaios Europa e Seus Fantasmas, publicado em 1945, o historiador João Ameal escreveu: "O autómato desespiritualizado que nos querem impor hoje e se assemelha muito estranhamente a um robot - nada se parece com um europeu de qualquer época. Nega - ou renega - as tradições europeias. E se se 'deseuropeíza' o homem europeu, a Europa não se salva - perde-se."

Se João Ameal vivesse hoje, escreveria de certeza palavras bem mais alarmadas do que estas saídas da sua pena sob o impacto directo da II Guerra Mundial, que foi também, tal como a que a precedeu entre 1914 e 1918 (e esteve na sua origem directa), uma catastrófica guerra civil europeia, cujas consequências ainda hoje se sentem.

Aquilo a que Ameal chamou a "deseuropeização" do homem europeu tem vindo a acelerar-se nos últimos anos, à medida que se desatam lentamente os laços profundos que unem ainda a comunidade de povos europeus, que se atacam e se esbatem as identidades, tradições e especificidades que a formam, que se ameaça o património cultural e civilizacional partilhado que sustenta a ideia mesma de Europa. E que é a expressão da sua ancestral, convulsa, gloriosa e riquíssima história colectiva, da sua "personalidade metamórfica", como notou Guillaume Faye, e da alma e da memória dos seus povos.

O homem europeu corre assim o risco de ser substituído por essa abstracção descaracterizada, desnacionalizada e desmemoriada que é o "cidadão europeu", lamentável "lixo de teorias simpáticas", recorrendo à feliz expressão com que Fernando Pessoa caracterizou o socialismo e o comunismo (Pessoa que, recorde-se, deixou escrito na Mensagem que a Europa fita o Ocidente "e o rosto com que fita é Portugal").

Este europeu desenraizado, filho e representante de uma Europa cada vez mais alienada de si mesma, será a nova criatura robótica telecomandada dos centros de poder eurocráticos, com o alegre beneplácito e a prestimosa colaboração dos vários governos "nacionais" e das respectivas pseudo-elites, embriagadas pelo optimismo da vulgata da utopia "europeísta" que, tão certo como o Sol nascer e se pôr todos os dias, fará da Europa uma feliz, harmónica, lânguida e multicultural Cucuanha com sede em Bruxelas, de braços abertos a todos os que lhe quiserem pertencer e vierem por bem. Mesmo que nunca tenham tido absolutamente nada a ver com ela, e não faça o menor sentido geográfico, histórico, político ou cultural que nela se integrem.

O historiador francês Dominique Venner escreveu recentemente: "Não há futuro para quem não sabe de onde vem, para quem não tem a memória de um passado que o fez aquilo que é." Estas palavras encontram-se com as de João Ameal. Mas haverá ainda tempo e vontade para que a Europa, a nossa "grande Pátria comum", continue a sê-lo, e para fazer com que os europeus não esqueçam quem são, de onde vieram e aonde pertencem?
»

Eurico de Barros
in "Diário de Notícias", 6 de Junho de 2009.

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Domingo, 21 de Junho de 2009

Solstício de Verão


«Madrugada de 21 de Junho. A noite desaparece diante do dia nascente. Lá em baixo, na direcção do leste, o céu cobre-se de verde esmeralda, como um oceano tranquilo. A seguir, tudo passa ao rosa, como se mil flores de pétalas delicadas resplandecessem no meio de nuvens cinzentas.

Enfim, do solo mesmo da velha Inglaterra parece ter surgido o disco do sol, vermelho vivo. Com ele, o fogo e o sangue abrasam o céu. Vai cumprir-se hoje o seu curso mais longo. Nunca, a não ser no solstício de Verão, ele se demora tanto entre os homens, com semelhante calor, tamanha força, tal poder.

O sol cumpre finalmente a promessa dos longos meses de Inverno. Volta para o meio de nós. Aquece-nos e ilumina-nos. Protege o oceano das searas e anuncia o ouro das ceifas.

Nesta manhã sagrada estamos em Stonehenge, nas terras altas e nuas da planície de Salisbury, no condado de Wiltshire. Ao norte, o País de Gales e as suas colinas verdes. Ao sul, a península da Cornualha e os seus rochedos ruivos. Atrás de nós, na direcção do oeste, o ocenao onde vais, esta noite, no termo da sua mais longa jornada de labor, afundar-se o sol. Quando tiver terminado o seu curso, desparecerá no mar onde dormem para sempre, nos grandes fundos, os templos e os homens da Hiperbórea.»

Jean Mabire
in “Os Solstícios – História e Actualidade”, Hugin (1995).

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Sexta-feira, 12 de Junho de 2009

«La Nouvelle Revue d'Histoire» n.º 42

À venda nas bancas do nosso país está o número 42 da obrigatória «La Nouvelle Revue d’Histoire». O tema central é “1919-1939 Da esperança ao desastre”, em cujo dossier podemos encontrar artigos de Henry Bogdan, Bernaud Bruneteau, Jean-Claude Valla e Jean Bourdier, bem como uma entrevista com o historiador Stéphane Courtois e a cronologia de Philippe Conrad. Destaque ainda para a excelente entrevista com o Dominique Venner sobre o seu último livro “Ernst Jünger. Un autre destin européen”, dedicado ao grande mestre das letras alemão, que considera que “pela sua vida e obra, apresenta-nos um modelo em oposição absoluta com o que nos submerge e asfixia, um modelo que renova com as fontes mais autênticas da tradição”. A não perder, também, os artigos “O enigmático Alexandre I”, de Emma Demeester, e “De Gaulle, a França e a OTAN”, de Aymeric Chauprade, entre outros. Podemos ainda ler as entrevistas com Meinard Pizzinini, sobre Napoleão e o Tirol, e com François-George Dreyfus, sobre a França e a Alemanha. Como sempre, temos a crónica de Péroncel-Hugoz, desta vez sobre o sufismo, e as secções habituais.

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Quinta-feira, 11 de Junho de 2009

10 de Junho do PNR

A marcha organizada pelo PNR, único partido português que celebra na rua o 10 de Junho, para comemorar o nosso dia nacional correu muito bem. Estive entre os mais de cem nacionalistas que se juntaram no Largo Camões e desceram, gritando palavras de ordem e cantando o hino, até à Praça dos Restauradores, onde o presidente, José Pinto-Coelho, proferiu um discurso sobre a data e a situação actual. Uma excelente demonstração de activismo, de um partido que não vive apenas para eleições.

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10 de Junho da Terra e Povo

A Associação Terra e Povo juntou 25 pessoas num almoço-convívio para celebrar o Dia de Portugal, que contou a presença de Eduardo Núñez, em representação da Tierra y Pueblo, que falou sobre o trabalho da sua associação em Espanha, bem como da importância do combate cultural a nível ibérico e europeu.

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Quarta-feira, 10 de Junho de 2009

Portugal é possível

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